O Setor de Bovinocultura Leiteira da Bahia

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A Bahia tem o sétimo maior rebanho de vacas ordenhadas do Brasil (880 mil vacas) e produz 858 milhões de litros de leite/ano, equivalente a 2,55% da produção nacional. O estado é o maior produtor de leite do Nordeste, com 22,8% de participação regional. (IBGE, 2016).

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O Oeste da Bahia

Graças a esta privilegiada bacia hidrográfica, à topografia plana e ao clima com estações definidas, foi possível a expansão das lavouras de sequeiro e a implantação dos projetos de irrigação, especialmente nos municípios de Barreiras e São Desidério.

Nas duas últimas décadas, o cultivo de grãos juntamente com a pecuária, definiram uma nova dinâmica à economia de toda a região, o que impulsionou o processo de crescimento e desenvolvimento econômico das três microrregiões (Barreiras, Santa Maria, Barra), sendo a de Barreiras, com 7 municípios, a principal, que é hoje a maior expressão do desenvolvimento da região.

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Bovinocultura Leiteira
do Oeste da Bahia

A região do Oeste Baiano, composta de 24 municípios (Barreiras, Luís Eduardo Magalhães, Santa Maria da Vitória, Correntina, São Desidério, Santa Rita de Cássia, Santana, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves, Cocos, Serra Dourada, São Félix do Coribe, Coribe, Angical, Cotegipe, Cristópolis, Baianópolis, Tabocas do Brejo Velho, Mansidão, Wanderley, Brejolândia, Canápolis, Jaborandi e Catolândia), ocupa uma área geográfica de 116.787km2, com população estimada em 650 mil habitantes (IBGE, 2017). Em 2015, a região alcançou um PIB da ordem de R$ 17 bilhões. Nas duas últimas décadas, o cultivo de grãos juntamente com a pecuária, definiram a nova dinâmica socioeconômica da região.


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Quanto à produção de leite, dos 858 milhões de litros de leite produzidos no Estado, 77,3 milhões foram obtidos no Oeste Baiano, com destaque para o município de Jaborandi (18,1 milhões de litros). Por sua vez, a microrregião de Barreiras produziu 16,6 milhões de litros e o município 7,3 milhões de litros. O Oeste Baiano registrou R$ 96 milhões e o município de Barreiras R$ 9 milhões.


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A pecuária leiteira no oeste baiano dispõe de ótimas condições para seu desenvolvimento. O aumento da competitividade do leite na região passa, necessariamente, por um esforço conjunto para promover a organização da cadeia produtiva e permitir incrementos de produtividade e inovações tecnológicas, com a geração de empregos, divisas para o estado e renda para os diferentes tipos de produtores rurais.

O REBANHO

Em pleno cerrado, numa das maiores fronteiras agrícolas do Brasil, os campos exibem um rebanho numeroso. Já são 2 milhões de cabeças de gado no oeste da Bahia. O número de pecuaristas na região ultrapassa os 220 criadores de animais. Este pedaço do estado, formado por 24 municípios, abriga uma pecuária cada vez mais forte. E não é qualquer rebanho. O plantel reúne animais de alta genética.

“A nossa região é de genética, de cruzamento e de alto valor agregado, onde o criador consegue ter uma rentabilidade maior”, afirma Stefan Zembrod, Presidente da Associação de Criadores de Animais do Oeste da Bahia, a Acrioeste.

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